[Brasília]: Lançamento do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Susten tável

Comitê DF faz lançamento no Museu da República e debate Código Florestal no dia 10/10

Na próxima segunda-feira (10/10), às 19h, o Museu da República abre seu auditório para o lançamento oficial do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, responsável pela mobilização da sociedade e de entidades, no Distrito Federal, contra as reformas previstas no Código Florestal, que propõem anistia a desmatadores e diminuição da vegetação nativa em todo o Brasil, entre outras.

Para o debate sobre o Código Florestal e seus impactos nas cidades e no país, já estão confirmadas as presenças dos deputados Erika Kokay (PT-DF) e José Reguffe (PDT- DF), do advogado ambientalista André Lima, da consultora de meio ambiente e urbanismo da TV Globo, a geógrafa Mônica Veríssimo, do presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB/DF, Getúlio Humberto Barbosa de Sá.

Além dos palestrantes, o evento contará com a participação das entidades que compõem o Comitê DF, fundado no dia 3 do mês passado, cujo principal objetivo é ajudar na coleta de assinaturas contra a reforma do Código Florestal, em curso no Senado Federal. “O comitê é um esforço de unir entidades diferentes para lutarem pela mesma causa. Esse tipo de organização só aconteceu no Brasil na campanha das Diretas Já e no movimento Ficha Limpa”, explica Pedro Ivo Batista, membro do Comitê Brasil.

Participe pegando seu abaixo-assinado no site www.florestafazadiferenca.org.br para coletar assinaturas em sua comunidade e divulgue a petição online. Faça você também a diferença comparecendo ao Museu da República na próxima segunda-feira e divulgue o blog http://comiteflorestasdf.blogspot.com/

Contatos para mais informações:

(61) 8539.4002 e 8142.4282
e-mail comiteflorestasdf
Cartaz do evento:
http://3.bp.blogspot.com/-Rki6R0Vb464/Topjwj_IBvI/AAAAAAAAAC8/DXR7nwgV9EM/s1600/Lan%25C3%25A7amento+do+comite+df+em+defesa+das+florestas.jpg

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A idéia em torno do socialismo ecológico

Mudar radicalmente a racionalidade econômica; aproximar as preocupações da ciência econômica para a necessidade de libertar o homem; criar um novo ambiente propício para a vida de todos os seres humanos, sem a divisão costumeira que privilegia alguns em detrimento de muitos e reconhecer, definitivamente, a existência de limites ao crescimento. São esses alguns pontos centrais da discussão em torno do que se convenciona chamar socialismo ecológico; ou como alguns preferem de eco-socialismo.

Socialismo, sim, no sentido de enaltecer os laços sociais e políticos que respeitam, primeiramente, a Mãe Terra. Socialismo no sentido de fazer a crítica verdadeira ao “deus-capitalismo” que se afirma consoante a idéia básica de que o mercado, altar sagrado do dinheiro, pode tudo. Esse socialismo, aqui defendido, se põe em posição contrária a essa premissa, pois entende que o mercado é incapaz de resolver tudo e que o mundo não pode viver apenas de consumo e mais consumo, como o “deus-capitalismo” sempre quis que assim fosse e quer que assim seja.

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[Brasília]: Sabor do Cerrado no Dia do #TerraMadre


O Grupo Sabor do Cerrado é composto por 12 mulheres e surgiu a partir do projeto “Educando para a Sustentabilidade”, desenvolvido desde 2002 pelo Grupo de Trabalho sobre Reforma Agrária (GTRA) , da Universidade de Brasília (UnB). Esse trabalho foi realizado junto às famílias de agricultores do Assentamento Colônia I, localizado no Município de Padre Bernardo – GO, a 70 km de Brasília.

Em 2005 receberam apoio do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) para estruturar a cozinha comunitária. Instalada na sede da associação, a cozinha permitiu que as mulheres produzissem salgados, doces, bolos, tortas, biscoitos, etc. que são utilizados nos lanches e coquetéis fornecidos pela Central do Cerrado . Em 2010, com apoio da Fundação Banco do Brasil , foram adquiridos novos equipamentos para a cozinha, o que contribuiu para aprimorar ainda mais o trabalho do grupo.

Grande parte dos alimentos oferecidos pelo Grupo Sabor do Cerrado são confeccionados a partir de produtos fornecidos por outras organizações da Central do Cerrado , tais como pequi, baru, babaçu, jatobá, buriti, etc. Chefs de Cozinha voluntários do Convivium Slow Food Cerrado têm apoiado a Central do Cerrado e o Grupo Sabor do Cerrado no desenvolvimento de novas receitas e do serviço do coquetel e lanches.

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Tentativa de votar Código Florestal com urgência gera protestos na COP-16

A tentativa de votar alterações no Código Florestal com urgência no Brasil ecoou em Cancún, durante a COP-16, Conferência do Clima. Além dos brasileiros presentes no evento se mostrarem contra a rápida aprovação, protestos de ONGs também chamaram atenção para o assunto.

O jornal ECO, panfleto que circula pela COP e é feito por ONGs, criticou as alterações do código. Já o Greenpeace estendeu cartazes de protestos e trouxe um papai-noel que distribuiu mudas de árvores para os participantes e dizia “Mudar o Código Florestal = Um Natal sem árvores”. Reportagem de Lilian Ferreira, do UOL Ciência e Saúde, em Cancún, (México)

A ONG entregou ainda o prêmio “Motosserra de Ouro” para a senadora Kátia Abreu, “por sua defesa ferrenha de mudanças no Código Florestal, em prol de mais desmatamentos no Brasil”, de acordo com a organização.

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[Brasília]: Pesquisadores prometem espalhar 2 mil orquídeas em pontos de todo o DF

Quando projetou a nova capital do país, Lucio Costa decidiu, entre vários outros desafios, emoldurar o concreto armado com um cinturão de árvores. Se depender do Jardim Botânico de Brasília (JBB), o verde do urbanista ganhará pinceladas em tons púrpuras. Os pesquisadores do espaço prometem espalhar pelo menos 2 mil orquídeas em pontos de todo o Distrito Federal.

A segunda fase do projeto começou ontem, no antigo Espaço Pedalinho do Parque da Cidade. As flores também integrarão o Parque Olhos d’Água, a 315 Norte e o Park Way. “Vamos colocar orquídeas em todo o DF”, empolga-se a engenheira florestal Lílian Breda, gerente de Manejo de Recursos Naturais do JBB. Em junho, a primeira fase da iniciativa levou mais de mil exemplares ao fim da Asa Sul. Frequentadora do Parque da Cidade, a servidora pública Daniella Silveira, 37 anos, acredita que o plantio vai trazer vida nova ao espaço. “As flores deixam qualquer lugar mais agradável”, observa.

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[Brasília]: Reunião debate situação da orla do Descoberto

Vejamos e acompanhemos as tratativas com a equipe do próximo governo. Já era de se esperar: a CL não trabalhou durante os quase 4 anos, não seria agora que decidiria algo.

A audiência pública prevista para hoje (9), com a finalidade de debater a situação da orla do Rio Descoberto, de iniciativa do deputado Raad Massouh (DEM), acabou se transformando em reunião para encaminhamento da questão às equipes de transição, tanto do governo local como das representações políticas no Senado, na Câmara dos Deputados e na própria Casa.

Por motivo de saúde de Raad, a reunião foi presidida pelo deputado Paulo Tadeu (PT), que ouviu os presentes – representados por produtores rurais e representantes de órgãos públicos e de Ongs interessados na questão – e depois sugeriu fosse o assunto levado àqueles que terão em suas mãos a decisão sobre a maioria das propostas apresentadas.

A presidente da Associação dos Produtores e Protetores da Bacia do Descoberto – Pró Descoberto, Rosany Cristina J. de Carvalho Carneiro, disse ser indispensável que a legislação permita a participação do produtor nas medidas de proteção da orla do Descoberto, e que este deve ser visto como um parceiro, não como um inimigo.

Para Flávio do Carmo, algumas questões precisam ser examinadas sob um enfoque mais amplo, como a providência de reflorestamento das margens dos cursos que abastecem a barragem do Descoberto. A medida pode ser importante, segundo disse, mas no momento não é a providência mais urgente, vez que as nascentes é que estão secando.

O engenheiro agrônomo Sumar Magalhães Ganem, da Emater/DF, avisou que o órgão já concluiu, em julho deste ano, com a participação de órgãos como a Adasa e Caesb, além dos próprios produtores rurais, um amplo diagnóstico do setor, a fim de subsidiar as políticas públicas para a área. O técnico afirmou, no entanto, que a resposta para os grandes problemas hoje enfrentados passa pela transformação da Reserva Biológica de Águas Emendadas para uma Área de Relevante Interesse Ecológico – ARIE.

O deputado Paulo Tadeu observou que o tema é complexo e exige muito empenho dos interessados para incluir a questão entre as preocupações que, a partir desta semana, vão concentrar as atenções do novo governador eleito e das representações políticas no Senado, na Câmara Federal e na própria Casa.

Há mais de um ano o deputado Raad Massouh vem debatendo, com os setores interessados, as medidas que devem ser implementadas para dar espaço aos produtores rurais na recuperação e proteção da orla do Descoberto.
Donalva Caixeta Marinho – Coordenadoria de Comunicação Social

Fonte: CLDF

Links relacionados:
[Brasília]: Audiência Pública sobre a APA Orla do Descoberto