[Brasília]: Coletiva pública no Ipea debaterá mobilidade nas metrópoles brasileiras

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[Brasília]: Abaixo-assinado «pelo Transporte Público de qualidade em Brasília contra a construção de estacionamentos subterrâneos na Esplanada dos Ministérios»

Meus Amigos / Minhas Amigas,

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado online: «pelo Transporte Público de qualidade em Brasília contra a construção de estacionamentos subterrâneos na Esplanada dos Ministérios»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=rodas

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que você também pode concordar.

Assine o abaixo-assinado e divulgue para seus contatos. Vamos juntos fazer democracia!

Obrigado

[Brasília]: Audiência pública sobre mobilidade urbana

AUDIÊNCIA PÚBLICA para debater sobre Mobilidade Urbana.
Início:
16/05/2011 15:00
Autoria:
Deputado Evandro Garla
Local:
Plenário CLDF
Req. No.:
255/11

Fonte: CLDF

[Brasília]: Denúncia de ciclovia inacabada em Santa Maria

Brasília deveria ter 580 quilômetros de ciclovias. Na prática, elas não chegam a 10% disso. Em Santa Maria, como denuncia a telespectadora Maria Célia Mendes, a faixa exclusiva está incompleta.

Reportagem exibida no DFTV hoje.

Bicicleta já!

Precisamos investir urgentemente em ciclovias. Apenas 42 km aqui no DF é brincadeira! E outra, elas devem ser interligadas, devem ser funcionais, porque tem umas que ligam o nada ao lugar nenhum. Segue artigo do Valor Econômico (pra mim, meio contraditório) com citação do trabalho da Rodas da Paz.

“O longo caminho das bicicletas” – Valor Econômico

Daniela Chiaretti

Bicicletas saem de fábrica, no Brasil, sem farol nem lanterna, situação impensável na Alemanha onde quem pedala com luz queimada é multado. Nas grandes cidades brasileiras os que saem em duas rodas para trabalhar são birutas ou suicidas. Na Holanda elas fazem parte da identidade nacional como os girassóis de Van Gogh e é tudo regrado: bicicletas têm placa e ciclistas infratores são punidos como qualquer motorista. Em São Paulo vive-se a cena ao revés: a culpa é de quem pedala. O médico Paulo Saldiva, que há 38 anos sai de casa de bicicleta para ir até a Faculdade de Medicina onde trabalha, escutou outro dia de uma motorista que por muito pouco não o atropelou: “O senhor não acha que está muito velho para andar de bicicleta?”.

Seria engraçado não fosse trágico. Na maior metrópole brasileira, a poluição mata 4 mil pessoas por ano por problemas cardiovasculares e respiratórios e o que sai dos escapamentos é responsável por 70% dessa cifra lúgubre. Mas aqui o carro é o senhor do castelo, ciclovias são praticamente uma ilusão e os ciclistas, hostilizados.

“O problema de vocês é que querem andar na rua”, escutou Saldiva de um taxista, enquanto subia a Avenida Consolação. Depois, na Avenida Doutor Arnaldo, a rua do cemitério, ele opta pela calçada “para não fazer parte do cemitério”. O médico, coordenador do Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da USP, tem uma coleção de histórias de sua teimosia em circular de bicicleta pela cidade. É uma experiência exemplar em vários sentidos.

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[Brasília]: Anticidade

Interessante o vídeo do Blog Ciclorgânico.

“O contraste entre o espaço da pessoa comum e o espaço urbano da cidade de Brasília.

Produzido por Cristiano Lemos Soares, Danielle Pereira, Flora Egécia. Hélio Rocha e Katyussa Veiga.

Vídeo realizado para o Workshop “Experiência Multimídia” realizado pela Garapa em Brasília entre os dias 25 e 29 de Agosto de 2010 como parte da semana f/508 de Fotografia. Este projeto educacional foi selecionado pela 7a edição do Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais, que tem por objetivo fomentar a reflexão e o debate sobre as artes visuais brasileiras, investindo na capacitação de profissionais e na circulação do conhecimento.”