[Brasília]: Curso Prático Agrofloresta em Brazlândia-DF

BOM DIA À TOD@S!!!

CONVIDAMOS PARA O CURSO PRÁTICO DE AGROFLORESTA NO SÍTIO PINHEIROS, EM BRAZLÂNDIA-DF.

O CURSO VAI ACONTECER DE 06 A 09 DE DEZEMBRO DE 2012, AS ACOMODAÇÕES SERÃO EM CHALÉS.

MAIORES INFORMAÇÕES NO CARTAZ OU ENTREM EM CONTATO.

PEDIMOS A GENTILEZA DE COMPARTILHAR COM AS SUAS LISTAS!

AMOR E GRATIDÃO

Carta da 10ª Jornada de Agroecologia

Da Página do MST

Educação do campo desde a primeira infância à universidade, infraestrutura social, incentivo à produção, pesquisa científica, assistência técnica e Reforma Agrária estão entre as políticas públicas necessárias para o fortalecimento da agricultura camponesa agroecológica no país

Essas medidas estão na carta final da 10ª Jornada de Agroecologia, que reuniu mais de 4 mil pessoas, além de autoridades de âmbito federal, estadual e municipal, no Campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), entre 22 e 25 de junho.

O documento aponta permanência dos investimentos públicos na expansão do agronegócio e na concentração das terras brasileiras nas mãos de latifundiários como obstáculos para a agroecologia.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, participou da jornada e destacou o papel dos agricultores e dos movimentos sociais para pressionar o Estado. “É fácil estar lá em Brasília… Vocês é que estão no fronte de batalha, enfrentando com o suor de vocês o cultivo da terra. Vocês é que estão enfrentando as lutas sociais”, disse o ministro.

Abaixo, leia a carta da jornada.

CARTA 10ª JORNADA DE AGROECOLOGIA

Nós, mais de 4 mil participantes da 10ª Jornada de Agroecologia, vindos de diferentes regiões do Brasil e de outros países da América Latina reunidos na cidade de Londrina/Paraná – Brasil, entre os dias 22 a 25 de junho de 2011, reafirmamos nosso compromisso com a Agroecologia e assim damos continuidade a nossa luta por uma Terra Livre de latifúndios, Sem Transgênicos e Sem Agrotóxicos, e pela construção de um Projeto Popular e Soberano para a Agricultura.

No dia-a-dia os camponeses e as camponesas seguem construindo a agroecologia em sistemas produtivos sustentáveis que garantem soberania alimentar e contribuem decisivamente com a superação das crises alimentar, climática e energética.

Esta luta cotidiana da afirmação da agroecologia não conta com políticas públicas estruturantes, como: reforma agrária, educação do campo da primeira infância à universidade, pesquisa científica e assistência técnica, infra-estrutura social e produtiva com fomento a produção, agro-industrialização e comercialização de modo a potencializar os excelentes resultados com programas governamentais, ainda parciais e isolados, como o PAA, PNAE e PRONERA.

Em oposição ao campesinato e a agroecologia, o Estado segue patrocinando majoritariamente a reprodução e a expansão do agronegócio que concentra terra, impede a reforma agrária e os direitos territoriais dos quilombolas, povos indígenas e comunidades tradicionais, situa-se desde 2008, como o maior usuário mundial de agrotóxicos, com 6 litros de veneno por pessoa/ano, vem impondo os transgênicos ampliando o domínio das transnacionais sobre a agricultura e os agricultores, mercantiliza a natureza, destrói a biodiversidade com os monocultivos, a pecuária extensiva e a eliminação das florestas nativas, utiliza-se do trabalho escravo e da criminalização e assassinato de lideranças camponesas, indígenas e ambientalistas.

É no âmbito dos seus interesses e da ampliação do lucro que o agronegócio age pelo desmantelamento do Código Florestal, impõe barreiras a proibição de agrotóxicos comprovadamente carcinogênicos, teratogênicos e desreguladores endócrinos já banidos em muitos países, hegemonizaram o controle da CTNBIO para aprovar transgênicos violando o princípio da precaução, atacam a moratória internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador” na tentativa de aprovar projetos de lei no Congresso Nacional, e desarticulando as políticas públicas especialmente ambientais no intuito de impor a mercantilização da biodiversidade.

Por uma agricultura camponesa agroecológica sustentável e a soberania alimentar, nós, participantes da 10ª Jornada de Agroecologia reivindicamos dos Governos dos Estados e Federal:

1 – Criação e implementação imediata de políticas públicas estruturantes à promoção da agroecologia;
2 – Implementação de políticas públicas que efetivem a legislação ambiental atual e derrubada no Senado Federal do PL do “Código do Desmatamento”, aprovado na Câmara Federal;
3 – Banimento de todos os agrotóxicos e de imediato dos 14 princípios ativos já comprovados pela ANVISA como perniciosos a saúde e ao meio ambiente em total desacordo com a legislação vigente;
4 – Manter a Moratória Internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador”, não aprovando o Projeto de Lei em tramitação na Câmara Federal que preconiza a legalização da tecnologia das sementes estéreis;
5 – Fazer cumprir o princípio da precaução e a legislação de rotulagem dos produtos com transgênicos, combater o monopólio das empresas transnacionais sobre as sementes e a contaminação genética com transgênicos, e revisar as normas e liberações das cultivares transgênicas;
6 – Garantir política pública de proteção aos defensores e defensoras de Direitos Humanos ameaçados/as e combate a criminalização dos Movimentos Sociais e a violência e impunidade no campo;
7 – Na Conferência Internacional da ONU – RIO +20, a se realizar em junho de 2011 no Brasil, afirmar que o caminho para a conservação e uso sustentável da biodiversidade não passa pela privatização e mercantilização dos bens comuns.

Londrina, Paraná, Brasil, 25 de junho de 2011.

Plenária Final da 10ª Jornada de Agroecologia

Mais um Alimento do Cerrado na Arca do Gosto

A Arca do Gosto é um catálogo mundial dos produtos agroalimentares de qualidade que estão em risco de desaparecer realizado pela Fundação Slow Food para a Biodiversidade. Para ser incluído na Arca, o alimento precisa ter qualidades gastronômicas, ligação com a área geográfica local, ser produzido artesanalmente e de forma sustentável e estar em risco de desaparecimento. Através do trabalho de investigação de especialistas internacionais, esta embarcação simbólica recolhe mais de 947 produtos em 58 países (dados atualizados em dezembro de 2010). A Arca do Gosto conta hoje com 24 alimentos brasileiros, três dos quais entraram recentemente na embarcação: Maracujá da Caatinga, Piracuí e o nosso Jatobá.

O Jatobá é uma árvore de porte médio que ocorre no Bioma Cerrado, com incidência também em áreas de transição entre o Cerrado e a Caatinga, Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica. Os seus frutos são vagens escuras que apresentam uma polpa farinácea amarelo-pálida ou esverdeada, adocicada, muito saborosa e com odor bastante característico. A polpa é aproveitada como alimento, na forma de farinha, podendo ser consumida in natura ou para a elaboração de bolos, pães, biscoitos e mingaus.

O jatobá é um recurso muito importante para vários povos indígenas do Parque Indígena do Xingu e para diversos animais silvestres da região. Trata-se de um alimento tradicional, mas que infelizmente está sendo pouco utilizado pelas gerações mais jovens. Na língua Ikpeng, chama-se Katepó ou Yawra, alimento de grande importância histórica, já que era o suprimento dos guerreiros quando estavam longe de suas roças. Em épocas de falta de mandioca, a farinha de jatobá era utilizada para a preparação de um tipo de beiju, cuja massa era misturada com água, torrada em pratos de barro e consumida com peixe assado. A forma de consumo mais apreciada pelos Ikpeng é uma pasta bastante adocicada composta da farinha de jatobá misturada com mel.

Na AGROTEC (Centro de Tecnologia Agroecológica de Pequenos Agricultores), no Estado de Goiás, a produção se dá a partir de 11 famílias de agricultores parceiros associados, com trabalho e produção coletiva.

No CEPPEC (Centro de Produção Pesquisa e Capacitação do Cerrado) a produção se dá a partir de 10 famílias de agricultores familiares assentados da comunidade de Boa Esperança, diretamente envolvidas no manejo e beneficiamento da farinha.

Saiba mais sobre o Jatobá

Para adquirir a farinha de jatobá, e preparar delícias como o Petit Gateau de Jatobá e a Torta de Jatobá e Banana da Terra Caramelada, entre em contato com a Central do Cerrado.

Fonte: Slow Food Cerrado

[Brasília]: 1º de maio – Dia do Trabalhador e da Cultura Agroecológica – IFB

Onde: IFB/campus Planaltina (ex-Colégio Agrícola)

Como chegar
: Carona solidária (um pouco antes de Planaltina-DF, ao avistá-la, haverá a placa pro Instituto Federal, à direita) ou ônibus pro Arapoangas ou Vale do Amanhecer (pedir para descer no balão do Colégio Agrícola e ligar avisando que tá vindo).

Contato
: 9149-1962 (Delano)

Quando
: 8h-17h

– 1º Dia do Trabalhador e da Cultura Agroecológica do IFB –

Lançamento do Espaço de Convivência Agroecológica do IFB – ECoA

Proposta de Programação

[Durante todo o dia: modesta feira de troca solidária, para fazer circularem as coisas, as ideias e as pessoas]

8:00 – 11:30

Oficina de poda agroflorestal das árvores da casinha para abrir pedaços de sol e enriquecer o ambiente com o plantio de mudas e horta florestal

Atividades de educação ambiental com filhos e filhas de estudantes, para que as mães e pais possam trazer as crianças, proporcionando integração delas ao espaço e ambiente comunitário

Oficina de bioconstrução: técnica de bancos de superadobe (A confirmar)

Oficina de confecção de tinta de barro e decoração inspirada no 1º de maio e na agroecologia (A confirmar)

[A proposta é de atividades concomitantes, as duas últimas dependendo do número de pessoas dispostas e da existência de material, havendo responsáveis com experiência para orientar cada uma delas]

11:30-13:00

Filme – O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto. Conta a história real de uma comunidade rural na região do Crato, Ceará, que se constituiu com autonomia de produção coletiva nos anos 30 e teve trajetória e destino semelhante ao de Canudos. Ou seja, de tão bem-sucedida acabou exterminada pelo governo; nesse caso, pelo getulismo.

Atividade proposta por Marcela Alvim, estudante de Licenciatura em Dança do IFB-Plano Piloto e organizadora do Cineclube Cafezinho no Gisno.

(A confirmar)

13:00-14:00

Almoço no fogão à lenha – Caldo de abóbora e de mandioca e complementos solidários de estudantes e convidados/as. (Cardápio principal sendo definido)

14:00-17:00

Roda(s) de conversa, seguido de música:

História e fundamento do tambor e da cultura popular (com fabricantes artesanais de tambores, praticantes de agroecologia da zona agrícola de Taquara-Planaltina, e com membros de grupos de cultura popular de Planaltina e de outras cidades do DF).

Já confirmados: Tambozeiros da Taquara, Grupo de Capoeira Pau-Pereira e membros do Cokumã [Planaltina];

Pré-confirmados: Martinha do Coco, Mambembrincantes, membros do Tamnoá [Paranoá]

Revista Brasileira de Agroecologia

A revista REVISTA BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA acaba de publicar seu último
número, disponível em AQUI

Para quem quiser navegar no sumário da revista para acessar os artigos e
outros itens, pode acessar aqui

Fonte: OngCea

[Brasília]: Locais de venda de produtos orgânicos

ATUALIZADA EM 11/07/2017

Lista de locais de venda de produtos orgânicos em Brasília/DF disponibilizada pela Emater-DF e Planeta Orgânico.

ENTREGAS EM DOMICÍLIO
Dona Terra Iguarias Orgânicas
Tel: (61) 3367-0800
Fax: (61) 3367-0233
sac@mocaterra.com.br
hortaliças, verduras, queijos, cereais, bebidas,
geléias, camarão, clorofila, marinadas, quinua, cafés, molhos.

Espaço Natural Alimentos Orgânicos
Tel: (61) 3347 7725
Fax: (61) 3273 0025
Legumes,verduras, frutas, frango, cortes de frango, ovos, arroz, feijão, soja, café, pães, bolos, mel, açúcar, sucos.

Fazenda Malunga
Tel: (61) 3275-2003
Verduras, leite, laticínio, frango, ovo, frutas, café

Verdura Viva
Tel/Fax: (61) 3340-6109
Verduras, frutas, legumes, grãos, cereais, frangos caipira/natural, derivados da soja e demais produtos orgânicos.

Alma Zen Prod. Naturais e Orgânicos
Tel/Fax: (61) 3202-4670
almazenorgânicos@gmail.com
Farinhas integrais ,Cereais, mel, geléias, massas e macarrão, cookies, sucos, produtos light, diet e complementos alimentares.

FEIRAS

AGE – Associação
303 Norte (ao lado da Igreja Santo Expedito) – Sábado (manhã)
315 Norte (ao lado da Igreja Messiânica) Brasília – Quarta e Sábado (manhã)
909/709 Sul (no Sindicato Rural do DF) – Quarta e Sábado (manhã)
112 Sul (ao lado da escola Ursinho Feliz) – Quarta e Sábado (manhã)
316 Sul (próximo banca de revista) – Quarta e Sábado (manhã)
Sudoeste EQSW 303/304 (em frente à escola Candanguinho) – Sábado
(manhã)
Empório Rural de Brazlândia – Na margem da DF 240 – Incra 6 (ARCAG) –
Sábado e Domingo (manhã)

Espaço Natural – (9963-0988)
315/316 Norte (em frente à Igreja Messiânica) – Terça, Quinta e Sábado
(manhã)

TAO Orgânica – (8432-5409)
108/109 Norte (próximo à escola Pedacinho do Céu) – Sábado (manhã)

Mercado Orgânico – (9987-2290)
Mercado Orgânico/CEASA – Quinta e Sábado (manhã)
315/316 Sul (no espaço do templo Budista) – Sábado (manhã)

MOA Internacional (9961-3080)
Centro de Agricultura de Produção Natural (DF 180 – KM 19 – Brazlândia) –
Segunda a Sexta e Sábado (manhã)

Grupo de Orgânicos de São Sebastião I (8177-2873)
Banca de orgânicos da Feira do Jardim Botânico (em frente à ESAF) – Sábado
(manhã)
308 Sul – Quarta e Sábado (manhã)

Grupo de Orgânicos de São Sebastião II (9976-2716)
Varejão da CEASA – (Próximo à Loja Sol Embalagens) – Cruzeiro-DF – Sábado
(manhã)
SCLS 409, Bl. B – lj. 15/16 – Brasília (Atrás do restaurante Girassol) – Quarta e
Sábado (manhã)

Grupo Vida e Preservação (GVP) – Assentamento Colônia I (9902-7912)
505 Norte – (Anexo do Ministério do Meio Ambiente) – Terça (manhã)
UnB – Minhocão, Ala norte -Terça (manhã) e Quinta (tarde)
Ministério Meio Ambiente – Esplanada dos Ministérios – Quinta (tarde)
INCRA – Palácio do Desenvolvimento – Setor Bancário Norte – Quinta (tarde)

Grupo Agrofloresta (9957-3027)
Parque Estação Biológica – (final da Asa Norte, em frente à Emater-DF) –
Quinta e Sábado (manhã)

Grupo de orgânicos de Planaltina e Sobradinho (9108-9932)
Ao lado da Administração Regional de Planaltina-DF – Sábado (manhã)
Banca Orgânica na Feira do Padre em Sobradinho – Domingo (manhã)

Feira Orgânica do STJ
Superior Tribunal de Justiça – SAFS, Quadra 06, Lote 01, Trecho III
Quarta (dia todo)

Feira Orgânica
Escola Moara – SHCGN 703 – Área Especial
Terça e Sexta de manhã

LOJAS
Dona Terra Iguarias Orgânicas
Tel: (61) 3367-0800
Fax: (61) 3367-0233
sac@mocaterra.com.br
hortaliças, verduras, queijos, cereais, bebidas,
geléias, camarão, clorofila, marinadas, quinua, cafés, molhos.

Espaço Natural Alimentos Orgânicos
Tel: (61) 3347 7725
Fax: (61) 3273 0025
Legumes,verduras, frutas, frango, cortes de frango, ovos, arroz, feijão, soja, café, pães, bolos, mel, açúcar, sucos.

Fazenda Malunga
Tel: (61) 3275-2003
Verduras, leite, laticínio, frango, ovo, frutas, café

Verdura Viva
Tel/Fax: (61) 3340-6109
Verduras, frutas, legumes, grãos, cereais, frangos caipira/natural, derivados da soja e demais produtos orgânicos.

Alma Zen Prod. Naturais e Orgânicos
Tel/Fax: (61) 32024670
almazenorgânicos@gmail.com
Farinhas integrais ,Cereais, mel, geleias, massas e macarrão, cookies, sucos, produtos light, diet e complementos alimentares.

SUPERMERCADOS
Supermercado Orgânico – CEASA – Brasília

Carrefour
SCEE / Sul – Lote B – Tel.(61) 3233-8866
Setor de Oficinas Norte A Especial No. 1 – Tel: (61) 3361-1555

Pão de Açúcar
SUIS / Cl. QL 05 – Conj. F, no. 80, subsolo – Centro Comercial Gilberto Salomão
Tel:(61) 3248-3283 / Delivery: 3248-4300

Bioon Ecomercado
CLN 303, Bloco B, Loja 6
Tel: (61) 3326-2944